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sexta-feira, 24 de maio de 2019

Seguranças de empresário foram presos por ameaçar esposa de guarda

Além dos dois guardas municipais presos pelo Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos de Repressão a Roubo à Banco, Assaltos e Sequestros), na noite desta quarta-feira (22), um quarto integrante da “escolta” de empresário de Campo Grande também está na mira da investigação de quadrilha com característica de milícia.
O trio foi preso em flagrante por ameaçar testemunha-chave no inquérito sobre a origem de arsenal apreendido no domingo (19) com Marcelo Rios, também guarda municipal.
Os guardas municipais Rafael Antunes Vieira e Robert Vitor Kopetski, além de Flavio Narciso Morais da Silva, passaram por audiência de custódia na manhã desta quinta-feira (24) e tiveram a prisão em flagrante convertida em preventiva.
Robert passará por exames no Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) porque diante do juiz, alegou ter sido agredido por policias do Garras. 
Coação e ameaças – Testemunha-chave na investigação sobre o arsenal, a mulher de Marcelo Rios passou a ser vigiada pelo trio assim que deixou Garras na madrugada da segunda-feira (20).
Conforme consta no registro dos flagrantes, ela passou a receber dinheiro, foi forçada a deixar sua casa e trocar o número de telefone, “tudo sob ameaça de morte”. A polícia registrou ainda que há “fortes suspeitas” de que o trio estava coagindo a testemunha por ordens do patrão e do filho dele, que os homens que atuavam como motoristas e seguranças chamam de “Guri”.
Detalhes - Conforme o registro, policiais do Garras constataram pela primeira vez que a mulher estava sendo vigiada na noite de segunda-feira, quando decidiram ir até a casa dela temendo que algo pudesse acontecer em razão do depoimento prestado pela mesma naquele dia.