Professor condenado a 40 anos de prisão assediou 12 alunas e um aluno - CANAL MS

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sexta-feira, 14 de junho de 2019

Professor condenado a 40 anos de prisão assediou 12 alunas e um aluno

A condenação a 40 anos de prisão de professor em Nioaque foi por assédio a 13 vítimas, sendo 12 alunas e um aluno, a maioria menor de 14 anos. A condenação também determinou perda do cargo do professor e pagamento de indenização de R$ 5 mil a cada vítima por danos morais.
A condenação a 40 anos de prisão de professor em Nioaque foi por assédio a 13 vítimas, sendo 12 alunas e um aluno, a maioria menor de 14 anos. A condenação também determinou perda do cargo do professor e pagamento de indenização de R$ 5 mil a cada vítima por danos morais.
O professor foi denunciado por crimes de corrupção de menores, assédio sexual, estupro de vulnerável, importunação às vítimas em lugar público, de modo ofensivo ao pudor, além de constranger as adolescentes para obter favorecimento sexual, prevalecendo-se da condição de superior hierárquico. O homem nega ter cometidos os crimes.
Diretor denunciado - A promotoria também denunciou o diretor da escola onde o professor lecionava por improbidade administrativa. A ação civil pública questiona a omissão da direção da escola que não comunicou os fatos às autoridades competentes, como a polícia, Ministério Público e Conselho Tutelar.
Hoje,
 entrou em contato com o diretor, que permanece no comando da escola. Ele não quis comentar a denúncia. A SED (Secretaria Estadual de Educação) informa que abriu processo administrativo em 2018 para o afastamento do profissional.
“Após o levantamento das medidas adotadas, vale destacar que nenhum procedimento indevido foi relatado, uma vez que o diretor da unidade escolar informou, primeiramente à SED, todas as denúncias recebidas. Por sua vez, a Secretaria encaminha essas informações para os órgãos responsáveis pela investigação, a fim de auxiliar na elucidação dos procedimento”.
Denúncias podem ser feitas diretamente para a escola e também pelo “Fale Conosco”, serviço disponível no site da SED. A reportagem não conseguiu contato com a defesa do professor.