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quarta-feira, 10 de julho de 2019

Barrados, professores tentar derrubar portas do plenário para acompanhar sessão

Os professores que foram à ALMS (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul) nesta quarta-feira (10) para protestar contra o projeto de lei que quer adiar o reajuste salarial da categoria e não conseguiram entrar estão tentando derrubar as portas do plenário para acompanhar a votação.
A sessão já está lotada e os seguranças impedem a passagem por conta da votação. Muitos reclamam que teriam sido barrados por estarem de shorts, vestimenta vetada na Casa de Leis.
Dois policiais militares tentam conter a manifestação. Do lado de dentro, professores gritam e xingam os deputados, que estariam tentando pautar o projeto e votá-lo em regime de urgência ainda nesta quarta.
O relator da CCJR (Comissão de Constituição, Justiça e Redação), deputado Lídio Lopes (Patri) e o líder do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), Barbosinha (DEM) são alvos dos xingamentos dos professores.
Após uma decisão judicial, o governo do Estado encaminhou projeto para regulamentar a contratação de professores temporários, pedido antigo da própria Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de MS). No entanto, o projeto estipula também a redução do salário dos contratados e a prorrogação do reajuste escalonado aos professores concursados.
Antes, o governo havia prometido o reajuste até 2022. Agora, há uma proposta de prorrogação até 2025.