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quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Servidores protestam na Saúde para cobrar incentivo financeiro



Servidores municipais de Dourados, a 233 km de Campo Grande, voltaram a protestar contra prefeitura nesta quinta-feira (29). Grupo de pelo menos 120 pessoas ficou desde 8h em frente à Secretaria Municipal de Saúde, na Avenida Coronel Ponciano, para cobrar o pagamento de incentivo financeiro enviado pelo governo federal.

O protesto foi organizado pelo Sindicato dos Servidores dos Setores de Enfermagem da Grande Dourados e Sindracse (Sindicato Regional de Agentes Comunitários de Saúde e Combate a Endemias de Dourados).
Os servidores cobram o pagamento do repasse feito pelo Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica. A paralisação de duas horas nesta quinta-feira para cobrar o pagamento foi comunicada terça-feira (27) pelos sindicatos à prefeita Délia Razuk (sem partido) e à secretária de Saúde Berenice Machado Souza.
A presidente do Sidracse Sílvia Salgueiro disse ao Campo Grande News que o incentivo garante até R$ 2 mil a cada servidor e o repasse é feito duas vezes por ano.
“O programa é do governo federal. O município faz a adesão e as equipes que fazem parte desse programa recebem esse incentivo a cada seis meses. A verba é dividida, 50% para a Secretaria de Saúde e 50% para os servidores dessas equipes. O cálculo é feito com base na meta de atendimento odontológico, de exames preventivos, de visitas. Cada equipe recebe notas de ótimo, bom e regular e conforme a nota é feito o pagamento”, explicou Silvia Salgueiro.
Segundo a sindicalista, em Dourados, de janeiro a junho, o dinheiro já foi depositado pelo Ministério da Saúde, mas o valor dos servidores não foi pago pela prefeitura. “Desde junho tentamos receber esse dinheiro e não tinha nem previsão de quando seria pago”.
Ontem, a prefeitura divulgou nota com declaração da secretária de Saúde informando que o pagamento está previsto para o dia 10 de setembro. “Mas só informou a data depois que protocolamos o ofício informando sobre o protesto”, afirmou Silvia.