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segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Após dez meses, superintendência do Trabalho em MS tem novo diretor



Após 314 dias sob comando interino, a superintendência regional do Trabalho de Mato Grosso do Sul ganhou novo responsável. Ex-secretário estadual de Juventude, Jaber Cândido foi nomeado nesta segunda-feira (11) para assumir o cargo.

A superintendência estava vaga desde a exoneração de Viviane Lacerda Nogueira, no dia 31 de dezembro de 2018, na esteira de mudanças propostas pelo governo do presidente Jair Bolsonaro. Uma das medidas foi a extinção do Ministério do Trabalho e Emprego e criação da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, agora subordinada ao Ministério da Economia.
Cândido foi secretário estadual de Juventude durante o último semestre de governo André Puccinelli, em 2014.
Antes, disputou vaga na Câmara Municipal de Campo Grande nas eleições de 2012, pelo PTB, quando recebeu 613 votos e ficou como suplente.
Em 2016, pelo PSC, Jaber Cândido voltou a se candidatar para vereador e, com 490 votos, não foi eleito.
Na primeira vez que disputou eleições, o agora superintendente do Trabalho no Estado se identificou como empresário. Na segunda, disse ser guia de turismo.
Em breve contato com a reportagem, Cândido afirmou que é bacharel em Direito e tem especializações nas áreas de Turismo e Trabalho.
Jaber Cândido ainda foi assistente parlamentar do deputado estadual Carlos Alberto David (PSL) entre 2016 e 2018.
Divisão regional sofre com enxugamento orçamentário e aposentadorias (Foto: Paulo Francis/Arquivo)
Na superintendência, Cândido receberá salário fixo de R$ 5.685,55.
Contexto - O novo superintendente assume a divisão regional em meio ao fechamento de agências no interior do Estado. Aquidauana, Paranaíba e Três Lagoas foram alguns dos municípios atingidos.
A superintendência ainda passou por enxugamento orçamentário. A média anual de repasses era de R$ 3 milhões e, em 2019, caiu                                                                       para R$ 2,2 milhões.

A divisão ainda passa por indefinições no quadro de pessoal, uma vez que parte dos servidores já reúne os requisitos necessários para se aposentar e não há previsão de realização de concurso público.