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terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Liderança do PCC na região sul, "Puro Ódio" é morto por dupla em moto

Apontado como uma das lideranças da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) na região sul de Campo Grande, Ian Guilherme Ribeiro Bronzoni (20 anos), conhecido como "Metralha" ou "Puro Ódio", foi assassinado na noite desta segunda-feira (24), no Parque do Sol. Dois homens em uma moto chegaram ao local onde Ian estava e dispararam várias vezes contra a vítima.  Ian Guilherme respondia a processos por tráfico de drogas, mas como apurou, era suspeito de participação em julgamentos de desafetos do PCC, os chamados "tribunais do crime", junto com o irmão gêmeo, Iago Gustavo Bronzoni, o "Taurus", que está preso por envolvimento em execução ordenada pela facção.
Ian Guilherme chegou a ser socorrido por pessoas que estavam no local. Segundo informações apuradas
 junto à PM (Polícia Militar), chegou a ser levado por testemunhas do crime para o Hospital Regional. Porém, a morte foi constatada no CRS (Centro Regional de Saúde) do Bairro Cophavilla 2, onde a funerária de plantão retirou o corpo.
Como aconteceu - Ian Guilherme, segundo o que foi apurado, estava na companhia de um adolescente na Rua Durando Pereira da Silva, no Parque do Sol,  quando foi surpreendido por dois homens em uma motocicleta preta, que dispararam várias vezes. Ian Guilherme foi atingido por vários tiros, principalmente na região da cabeça. Após os disparos, os suspeitos fugiram em direção ao Bairro Dom Antônio Barbosa.
O adolescente que estava com a vítima contou que um dia antes do crime ele e Ian Guilherme tiveram desavença com um homem identificado apenas como Breno, morador do Dom Antônio.
Ian respondia a dois processos por tráfico de drogas. Em um dos casos, registrado em junho de 2018, o rapaz foi preso com o irmão gêmeo, Iago Gustavo, com várias porções de maconha e cocaína, na Rua Marilene Jesus, no Bairro Dom Antônio Barbosa. 
O irmão gêmeo do jovem assassinado, Iago Gustavo está preso desde dezembro do ano passado por envolvimento na execução de Maykel Martins Pacheco, 19 anos. O corpo de Maykel até hoje não foi localizado.