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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Rede social criada por advogado é sucesso entre turistas e pesquisadores

A atenção e o cuidado aos animais e à natureza é um segmento que aumenta ano após ano, além de gerar renda em diversos setores. Desde o turismo ecológico, a preservação, novas formas de se alimentar e também de se conectar com a natureza se transformou nos últimos anos. A rede social Biofaces, que se tornou um hub de projetos de conservação ambientais mundiais, foi desenvolvida para juntar os amantes da natureza e da fotografia. 

Para se ter ideia do mercado, em 12 anos os visitantes em parques e unidades de conservação mantidos pelo Governo Federal aumentou mais de 300%, indo de 2,9 milhões para 12,4 milhões em 2018, segundo o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade).

“É uma rede social que tem como objetivo promover a biofilia, isto é, o amor pelos seres vivos”,  explica o diretor-presidente do Biofaces, Leonardo Avelino Duarte, que utiliza o termo ‘biofacers’ para definir os usuários dessa plataforma.

O Brasil tem 787 mil quilômetros quadrados protegidos por 334 unidades de conservação federais, dentre parques e florestas nacionais. Seria a soma dos Estados de São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul. Em um ano, os visitantes gastaram quase R$ 2 bilhões em hospedagem, alimentação e comércio nos municípios que ficam no entorno das áreas de preservação, de acordo com o ICMBio.
De acordo com Leonardo, na rede social você pode inserir mídias de qualquer animal vivo, na natureza. Podem ser publicadas fotos, vídeos, desenhos, áudios, listas de observação, textos-científicos ou evidências de animais (fezes, buracos ou ninhos, por exemplo).

Sobre os ‘biofacers’, ele diz que não há um perfil exato de usuário. “Geralmente são pessoas que gostam de animais, ou pesquisadores. Mas não há qualquer perfil definido. Nem tampouco todas as pessoas da rede social são da área de biológicas”, completa.

Diferente de outras plataformas, no Biofaces qualquer pessoa pode acessar o conteúdo, sendo usuário ou não. Entretanto, para fazer publicações é necessário ser cadastrado. “A inscrição é normal, como em qualquer outra rede social, e pode ser feita pelo Facebook, por exemplo”, completa dizendo que o acesso é gratuito.

A plataforma é acessada no mundo todo e conta com 30 mil acessos por dia, entre dispositivos móveis e desktops. Para chegar a tantos números, a divulgação surgiu por meio do Facebook e pelo Instagram, além também do famoso “boca-a-boca”, como informou Leonardo Duarte.

O grupo do Biofaces também faz parte de diversos projetos de conservação ambiental por meio de parcerias, como projeto o Tatu-Canastra, a Panthera Brasil, que se dedica a proteger felinos, Papagaio-de-Peito-Roxo e Gatos do Mato Brasil.

Se interessou pelo assunto e pela rede social? É só acessar o site:  http://www.biofaces.com/