Rodoviária reabre sem movimento e com maioria das empresas fechada - CANAL MS

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Campo Grande (MS),

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sábado, 25 de abril de 2020

Rodoviária reabre sem movimento e com maioria das empresas fechada

A rodoviária de Campo Grande retoma as atividades neste sábado (25) para viagens dentro de Mato Grosso do Sul, mas no início da manhã, o movimento é baixo e a maioria dos guichês das empresas está fechada. Há apenas uma porta aberta para entrada de passageiros no saguão, com medidor de temperatura. Quase ninguém foi visto caminhando por ali, mas equipe da vigilância sanitária acompanhada por fiscais e pelo titular da Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano) fiscalizam os poucos guichês abertos e acompanham o movimento. Quase ninguém foi visto caminhando por ali, mas equipe da vigilância sanitária acompanhada por fiscais e pelo titular da Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano) fiscalizam os poucos guichês abertos e acompanham o movimento. A empresa trabalha com destinos como Nova Alvorada do Sul, Rio Brilhante, Dourados, Caarapó e Juti. Até às 8h, ninguém havia desembarcado. O funcionário ainda declarou que as viagens para outros estados voltam no dia 28 e que, inclusive, já está vendendo passagens. Alvo de protesto de funcionários que acamparam na garagem contra meses de salários atrasados, garantia de que os ônibus não saíssem, a São Luis estava fechada no início da manhã.

Luis Eduardo Costa comentou que o retorno das viagens para fora do estado no dia 28 "não é oficial". Sobre o movimento nesta manhã, o secretário afirma que outros guichês devem abrir ao longo do dia.

Na Queiroz, a agente de viagens Neuene Silva Moura, 46, disse que há uma viagem marcada para Coronel Sapucaia, região de fronteira, às 11, e que há, ainda, viagens agendadas para um assentamento às 6h30 e às 15h. "A procura está alta", disse ela Na empresa Nobre, mesmo sem data de retorno confirmada para destinos fora do estado como Lins (SP) e Goiânia,  a agente Jamira Alves, 35,  já disse vender muitas passagens. A procura é tanta que a empresa está abrindo canal para tirar dúvidas. "Estão tendo muitas ligações perguntando".

Apesar da fiscalização da distância entre clientes e guichês, a equipe da vigilância municipal não pode fiscalizar o interior dos ônibus. Segundo a auditora Larisa dos Santos Pereira, 32, o motivo é que a ação invade competência da vigilância estadual Quem vai ficar mais um tempo em Campo Grande é o professor Miguel da Silva Correia, 60. Ele veio para ministrar aulas, mas vive em São Paulo e tenta voltar para lá há 1 mês. Ele disse não ter família "e ninguém" na cidade.