Cães não acham vestígio e perícia vai aplicar luminol em casa de desaparecida - CANAL MS

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quarta-feira, 20 de maio de 2020

Cães não acham vestígio e perícia vai aplicar luminol em casa de desaparecida

A busca com três cães farejadores terminou sem encontrar vestígios de Graziela Pinheiro Rubiano, 36 anos, desaparecida há 45 dias, em Campo Grande. A perícia vai retornar à noite ao imóvel onde ela morava para aplicação de luminol. A substância indica locais em que há sangue, mesmo não visível a olho nu.
Na manhã desta quarta-feira, os cães foram levados à edícula de três cômodos (quarto, sala e banheiro), no bairro Jóquei Clube, em Campo Grande, onde a vendedora morava com o marido Rômulo Rodrigues Dias, 33 anos. Ele está preso desde 19 de abril na condição de principal suspeito pelo sumiço de Graziela, mas nega ter cometido crime.
O trabalho exigiu a presença de três farejadores porque é feito um sistema  de contraprova. Caso algum cão lata em determinado ponto, outro também passa pelo ambiente. Mas hoje, não foi localizado nada. Os cachorros são especializados para detectar a presença de pessoas, vivas ou mortas.
No local, o trio canino de especialistas  do Corpo de Bombeiros chamou a atenção da vizinhança, que fez fotos principalmente com Cindy. A cachorra foi levada a Minas Gerais e encontrou um  corpo nove meses depois da tragédia do  rompimento da barragem de resíduos de minério em Brumadinho. O cão é capaz de sentir odor 40 vezes mais do que uma pessoa.
A perícia também avaliou a estrutura do imóvel, à procura de marcas em paredes e terra remexida, principalmente perto de uma fossa no terreno. O casal morava na edícula há dois anos e meio e, segundo os vizinhos, tinha uma rotina tranquila, sem brigas que chamassem a atenção.
A busca com três cães farejadores terminou sem encontrar vestígios de Graziela Pinheiro Rubiano, 36 anos, desaparecida há 45 dias, em Campo Grande. A perícia vai retornar à noite ao imóvel onde ela morava para aplicação de luminol. A substância indica locais em que há sangue, mesmo não visível a olho nu.
Na manhã desta quarta-feira, os cães foram levados à edícula de três cômodos (quarto, sala e banheiro), no bairro Jóquei Clube, em Campo Grande, onde a vendedora morava com o marido Rômulo Rodrigues Dias, 33 anos. Ele está preso desde 19 de abril na condição de principal suspeito pelo sumiço de Graziela, mas nega ter cometido crime.
O trabalho exigiu a presença de três farejadores porque é feito um sistema  de contraprova. Caso algum cão lata em determinado ponto, outro também passa pelo ambiente. Mas hoje, não foi localizado nada. Os cachorros são especializados para detectar a presença de pessoas, vivas ou mortas.
No local, o trio canino de especialistas  do Corpo de Bombeiros chamou a atenção da vizinhança, que fez fotos principalmente com Cindy. A cachorra foi levada a Minas Gerais e encontrou um  corpo nove meses depois da tragédia do  rompimento da barragem de resíduos de minério em Brumadinho. O cão é capaz de sentir odor 40 vezes mais do que uma pessoa.
A perícia também avaliou a estrutura do imóvel, à procura de marcas em paredes e terra remexida, principalmente perto de uma fossa no terreno. O casal morava na edícula há dois anos e meio e, segundo os vizinhos, tinha uma rotina tranquila, sem brigas que chamassem a atenção.