Cinco são presos durante cervejada que acabou em espancamento - - CANAL MS

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domingo, 17 de maio de 2020

Cinco são presos durante cervejada que acabou em espancamento -

uatro homens e uma mulher foram presos na madrugada deste domingo (17) por quebrarem o toque de recolher, xingarem policiais e resistirem à prisão em “cervejada” que acabou em espancamento na Rua Lago Azul no Jardim Aeroporto.Conforme o registro policial, a polícia militar chegou ao local por volta das 2h porque havia sido acionada por vítima de espancamento. A vítima é também um dos presos, Everaldo Conceição Amaral, 49.

Quando chegaram ao local, em frente à casa, os policiais viram aglomeração e uma pessoa caída ao solo. Flávio Giovani Lopes da Silva, 51, disse que todos estavam bebendo, mas então começaram a discutir com Everaldo pelos valores acertados na divisão da cerveja. A briga se tornou corporal e em meio ao espancamento, Everaldo caiu no chão.

Foi ele quem chamou a polícia para pedir socorro. Adilson Augusto da Silva, 27, teria questionado o atendimento dos policiais, segundo o registro, e começado a xingar os militares, o que durou, diz a polícia, até ser levado preso.

“Eu sou cabo do Exército quero ver quem vai me prender”, afirmou ele, segundo o boletim de ocorrência. Ele então teria corrido até os fundos da casa e voltado com um canivete, ameaçando os policiais. "Entra aqui se vocês forem homens, quero ver quem me prende”, disse.

A polícia disse que, com isso, deu-se início a uma confusão, com gritaria, e os policiais se viram impedidos de agir. Eles chamaram apoio, duas viaturas e Augusto foi controlado com “uso moderado da força”, pois resistia à prisão.

O grupo continuou com as ofensas. Outro colega, Michael Vaez da Mota, 34, teria dito “entra aqui e me algema quero ver se vocês são homens” e também resistiu à prisão, sendo controlado pelos policiais. A esposa dele, Josiane de Oliveira Alves, 26,  tentou atrapalhar a prisão do marido e xingou os policiais e dessa forma, também foi levada.Até a vítima da briga, Everaldo, teria afirmado que os policiais "são covardes e não precisava disso”. Todos foram levados à Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) da região central e devem responder pelos crimes de infração sanitária, resistência, desacato e perturbação do sossego alheio.