“Nossa gestão não é movida por pressão”, diz Marquinhos sobre comércio - - CANAL MS

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quarta-feira, 15 de julho de 2020

“Nossa gestão não é movida por pressão”, diz Marquinhos sobre comércio -

Após anunciar novas medidas para achatar a curva da covid-19 na Capital, e dividir opiniões sobre a eficácia dessas regras, o prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad (PSD) negou “agir sobre pressão” de setores interessados no funcionamento sem restrições, a exemplo da economia de lazer.

 -Marquinhos nega que as medidas anunciadas para um período de duas semanas tenham ocorrido sob pressão de segmentos econômicos e para atender aos pedidos dos setores. Em vídeo oficial da Prefeitura de Campo Grande, o prefeito anunciou determinações mais restritivas sobre a circulação de pessoas e funcionamento do comércio varejista. -Marquinhos nega que as medidas anunciadas para um período de duas semanas tenham ocorrido sob pressão de segmentos econômicos e para atender aos pedidos dos setores. Em vídeo oficial da Prefeitura de Campo Grande, o prefeito anunciou determinações mais restritivas sobre a circulação de pessoas e funcionamento do comércio varejista.

As novas regras passam a valer a partir de sábado (18) e ficam em vigor até o dia 31. Incluem recuo no horário de funcionamento do comércio varejista, fiscalização mais incisiva e uma regra específica para os dois finais de semana, um tipo mais leve de “lockdown”.

A partir de segunda-feira (20) o comércio deve fechar as portas às 17h, uma hora mais cedo. Conforme o vídeo divulgado, também haverá menos tolerância com a desobediência às regras. Estabelecimentos que desrespeitarem as medidas impostas estarão sujeitos a serem lacrados por três dias e até a perderem o alvará que autoriza funcionamento.

O toque de recolher será mantido nas regras atuais, com início às 20h. A principal alteração, ainda assim, vai ocorrer ao longo de dois finais de semana.

O prefeito afirma que as novas medidas vão proibir qualquer atividade não essencial de funcionamento, ou seja, bares não podem abrir as portas nesse período, nos finais de semana. Infectologistas divergem a respeito e dizem, sobre o “mini lockdown”, que não há comprovação de eficácia.

“Gestor que age por pressão é melhor pegar as coisas e voltar para casa. O que damos é preferência à vida. Nossa gestão não é movida por pressão”, alegou o prefeito. -