A mando de holandês, mulher se passa por conselheira para sequestrar menino Caso ocorrido em Dourados é investigado como tentativa de subtração de incapaz - CANAL MS

LEIA TAMBÉM

Campo Grande (MS),

Post Top Ad

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

A mando de holandês, mulher se passa por conselheira para sequestrar menino Caso ocorrido em Dourados é investigado como tentativa de subtração de incapaz

 Cidadão de nacionalidade holandesa, de 38 anos de idade, está sendo investigado pela Polícia Civil em Dourados, a 233 km de Campo Grande, acusado de tentar subtrair o filho, de 6 anos, que mora com a mãe.


Uma mulher, de 44 anos, também é investigada. Ela tentou se passar por conselheira tutelar para levar a criança, a mando do pai. Ainda não se sabe se a intenção do holandês era fugir do País levando o filho sem o consentimento da mãe.


O caso começou a ser desvendado no final da tarde desta quinta-feira (8). A Guarda Municipal foi acionada por uma integrante do Conselho Tutelar para atendimento na Linha do Barreirão, como é conhecida a MS-376, entre Dourados e Fátima do Sul.


Na altura do km 7 da rodovia, a mãe do menino relatou que uma mulher identificada como Ana Paula tinha enviado mensagens pelo celular afirmando ser conselheira tutelar e que iria buscar o menino às 14h. Nas mensagens enviadas ao celular da irmã da mãe do menino, a suposta conselheira relatava que a ordem teria de ser cumprida.


Quando os guardas chegaram ao endereço, a falsa conselheira tutelar estava no local, mas ela negou que tivesse enviado as mensagens. Entretanto, através do número do celular os guardas descobriram que o chip estava cadastrado com o CPF da suspeita.


Diante da confirmação, a Guarda foi até o distrito de Indápolis, perto da Linha do Barreirão, onde moram a falsa conselheira e o pai do menino. A mulher foi encontrada na casa do holandês.


Ela ainda tentou se esconder, mas quando foi descoberta e confessou que tinha se passado por conselheira tutelar a mando do holandês, para tentar subtrair o menino dos cuidados da mãe. A mulher não revelou, no entanto, se foi paga pelo serviço. O homem se manteve em silêncio.


Os dois foram encaminhados para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), onde foram ouvidos e liberados. O caso foi registrado como falsa identidade por fingir ser funcionário público e tentativa de subtração de incapaz.