Armas de três calibres foram usadas na execução de casal em Ponta Porã Polícia recolheu 75 cápsulas de fuzis 5,56 e 7,62 e de 9 milímetros, mesmos calibres usados em outra execução na semana passada - CANAL MS

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Campo Grande (MS),

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

Armas de três calibres foram usadas na execução de casal em Ponta Porã Polícia recolheu 75 cápsulas de fuzis 5,56 e 7,62 e de 9 milímetros, mesmos calibres usados em outra execução na semana passada

 A perícia da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul recolheu 75 cápsulas de três calibres diferentes no local onde o casal foi executado na madrugada de ontem (13) em Ponta Porã, cidade a 323 km de Campo Grande, na fronteira com o Paraguai.

Os atiradores usavam fuzis calibre 5,56 e 7,62 e pelo menos uma arma calibre 9 milímetros, que poderia ser uma pistola ou uma submetralhadora.

Armas com esses mesmos calibres foram usadas na execução de Joari José Paz de Lima, 39, ocorrida no dia 8 deste mês no Jardim Ivone, também em Ponta Porã.

Também ex-presidiário, Joari estava na varanda da casa acompanhado da mãe e da mulher. Ao ver uma SUV Trailblazer branca com placa do Paraguai dobrando a esquina, ele tentou fugir se escondendo atrás de uma árvore no quintal.

A caminhonete parou em frente à casa e desceram vários homens armados que dispararam dezenas de tiros na direção do ex-presidiário. Atingido por tiros no corpo e na cabeça, ele morreu na hora. no local foram encontrados cartuchos deflagrados de fuzil calibres 7,62x39mm e 5,56x45mm e de 9 milímetros.

Já na madrugada de ontem, o presidiário do semiaberto Wellington Bruno Alves, de 26, e a mulher dele, Daiane Dias Constanci, que completaria 28 anos hoje, foram crivados de tiros dentro de um HB20 sedan com placa de Mato Grosso do Sul.

O casal tinha acabado de sair de um cassino em Pedro Juan Caballero. O carro estava estacionado do lado brasileiro, por isso o crime está sendo investigado pela 1ª Delegacia de Polícia Civil de Ponta Porã.

Até agora não há qualquer pista dos criminosos. Os pistoleiros estavam em um carro escuro, não identificado. Não há testemunhas oculares da dupla execução, assim como ocorre na maioria dos assassinatos na fronteira.