"Bonitão do PCC" era procurado há 7 meses por tráfico de drogas e armas Giovanni Barbosa da Silva foi preso sábado em Pedro Juan Caballero, na fronteira com Ponta Porã - CANAL MS

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

"Bonitão do PCC" era procurado há 7 meses por tráfico de drogas e armas Giovanni Barbosa da Silva foi preso sábado em Pedro Juan Caballero, na fronteira com Ponta Porã

 Giovanni Barbosa da Silva, 29, o atual chefe da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) na fronteira do Paraguai com Mato Grosso do Sul, estava sendo procurado desde junho do ano passado pela Polícia Federal brasileira por tráfico internacional de armas e de drogas.


Conhecido como “Coringa” e “Bonitão”, ele foi preso sábado (9) em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia vizinha de Ponta Porã (MS), a 323 km de Campo Grande. Ontem, Giovanni foi expulso do Paraguai e entregue a policiais brasileiros na Ponte da Amizade, entre Ciudad del Este e Foz do Iguaçu (PR).  Em nota oficial, a Polícia Federal brasileira informou que colaborou com a prisão de Bonitão em ação de cooperação policial internacional. Segundo a PF, Giovanni Barbosa da Silva era foragido da Operação Exílio, deflagrada em junho de 2020 com o objetivo de desarticular organização criminosa voltada ao tráfico internacional de drogas e armas de fogo a partir do Paraguai para o Brasil.


Conforme a polícia brasileira, a prisão ocorreu através de intensa cooperação entre a PF, Abin (Agência Brasileira de Inteligência), Polícia Civil e Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, Polícia Nacional do Paraguai e Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai.


A PF cita que após a prisão houve uma tentativa de resgate do criminoso em solo paraguaio, com intenso tiroteio e sequestro de um policial em Pedro Juan Caballero. No entanto, as autoridades do país vizinho conseguiram frustrar a ação e prenderam dois comparsas de Bonitão. Eles estavam armados com fuzis, carregadores e usavam coletes balísticos.


“A ação é parte da estratégia da PF para o enfrentamento ao crime organizado a partir das diretrizes voltadas à prisão das lideranças, descapitalização patrimonial das organizações e cooperação policial internacional”, diz a Polícia Federal.