Homem executado com mais de dez tiros escapou de chacina em 2017 Jorge Enrique Yunis Ledezma, de 26 anos, foi um dos 11 feridos a tiros em atentado à boate na fronteira, em 2017 - CANAL MS

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sábado, 23 de janeiro de 2021

Homem executado com mais de dez tiros escapou de chacina em 2017 Jorge Enrique Yunis Ledezma, de 26 anos, foi um dos 11 feridos a tiros em atentado à boate na fronteira, em 2017


 Executado com mais de 10 tiros na tarde desta sexta-feira (22), Jorge Enrique Yunis Ledezma, de 26 anos, também já foi vítima de um atentado ocorrido em 2017. Ele foi uma das 11 pessoas que foram feridas a tiros no ataque que deixou outros quarto mortos em uma boate, em Pedro Juan Caballero, cidade vizinha de Ponta Porã, a 323 quilômetros da Capital.

Conforme o portal MS em Foco a Polícia Nacional do Paraguai não descarta a possibilidade da chacina daquele ano ter relação com a execução de Jorge, nesta sexta-feira. No final desta tarde Yunis conduzia um veículo Voyage pela Rua Guyra Campana, no bairro Jardim Aurora, quando foi atacado por pistoleiros.

A vítima também estava com uma pistola no carro, mas ainda não se sabe se ele chegou a reagir a abordagem dos criminosos. A arma foi encontrada entre as pernas do rapaz. Os atiradores fugiram logo em seguida e ainda não foram localizados pela polícia.

Fotos registradas logo após o atentado, mostram as perfurações nas portas e vidros do carro.  A vítima chegou a ser socorrida pela Polícia Nacional do Paraguai e levada a um hospital particular, mas não resistiu.

Atentado à boate - O atentado à boate ocorreu no dia 24 de Julho de 2017.  Jorge estava em um Pub na Linha Internacional, em Pedro Juan Caballero, quando vários homens chegaram armados de fuzis e pistolas e dispararam centenas de tiros.

Os alvos seriam os dois homens mortos, Felipe Alves, conhecido como “Filhote”, e o outro ainda não identificado. Além deles, morreram Sabrina Martins dos Santos, 25, e Gabriele Oliveira Antonello, 18, as duas moradoras de Ponta Porã. Elas seriam namoradas dos dois homens mortos, apontados como membros do PCC (Primeiro Comando da Capital) e alvos dos tiros.