Estado recorre ao STF para comprar vacina russa - - CANAL MS

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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Estado recorre ao STF para comprar vacina russa -

 Mato Grosso do Sul apresentou, no STF (Superior Tribunal Federal), interesse na ação que busca o direito de importação e a autorização para uso emergencial da vacina russa contra Covid-19, a Sputnik V.


"Minha luta atual é buscar a vacina, seja através do Ministério da Saúde, ou através de compra com nossos recursos", disse Geraldo Resende, secretário da SES (Secretaria Estadual de Saúde).


De acordo com Geraldo, as tratativas estão muito no início, não se sabe nem quantas doses podem ser compradas pelo Estado, mas o interesse na compra é real e Mato Grosso do Sul deve se juntar à outros estados para adquirir a vacina russa.


"Ainda vou conversar com o presidente do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), para ver quais estados estão na frente e tentar comprar junto com algum deles", explicou Resende.


O secretário ainda explica que Mato Grosso do Sul possui R$ 100 milhões para comprar vacina, seja para adquirir as vacinas da Coronavac, junto com São Paulo, ou para adquirir a Sputnik V. "A vacina que vier mais rápido nós vamos comprar, se possível, queremos comprar as duas. Queremos imunizar a população de MS com mais velocidade", complementou o secretário.


De acordo com ele, essa rapidez na imunização é de extrema importância, "quanto mais demora, mais o vírus circula, mais chances existem de uma nova cepa surgir. É angustiante vacinar a população em doses homeopáticas como tem sido", finalizou Geraldo Resende.


 Segundo o jornal O Globo, além de MS, outros 7 estados manifestaram interesse no STF pela compra da Sputnik V. O Estado da Bahia recorreu ao Supremo pedindo o aval diante da negativa da Anvisa para aplicação da vacina no país. - Os governos de Piauí, Espírito Santo, Paraíba, Sergipe, Maranhão e Pernambuco já apresentaram petições quanto ao tema - os dois últimos estados solicitaram ingresso no processo para opinar, enquanto os demais, e MS, adiantaram apoio ao pedido feito pelos baianos. O caso está nas mãos do ministro Ricardo Lewandowski. -