“Lino” é apontado como líder de grupo que roubou aviões - - CANAL MS

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quarta-feira, 8 de setembro de 2021

“Lino” é apontado como líder de grupo que roubou aviões -

Foragido desde junho, após protagonizar fuga misteriosa do Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho, a Máxima de Campo Grande, Laudelino Ferreira Vieira, o “Lino”, agora, surge como um dos mandantes do roubo das três aeronaves do Aeroclube de Aquidauana, na madrugada de segunda-feira (6). O nome de Lino foi citado no depoimento de Cristhofer Cristaldo Rocha, de 20 anos, preso junto com Roger Breno Wirmond dos Santos, o “Zoio”, de 22 anos, em Anastácio, por participação no crime. Segundo os dois presos, em Aquidauana, o roubo das aeronaves também foi pensado por Lazaro da Silva Ramires, já preso e processado por crimes de tráfico de drogas e furto qualificado (por mais de uma vez). O “gerente” da quadrilha, no entanto, precisava repassar as informações do crime para outras pessoas. Uma delas, era Lino. No dia 30 de agosto, Lazaro teria atendido várias chamadas de vídeo feitas pelo foragido. Nas conversas, exigia saber dos detalhes do crime, como a chegada dos pilotos e copilotos bolivianos a Mato Grosso do Sul. Já nesta data, parte da quadrilha estava hospedada na cidade a mando dos chefes. Laudelino é integrante de quadrilha que também roubou três aviões e matou o empresário Luís Fernandes de Carvalho em Corumbá, em 2004. Se somadas, suas condenações nos mais diversos crimes ultrapassam 80 anos de prisão. Em 2015, ele foi condenado a 22 anos de prisão em regime fechado pela tentativa de assassinato de policiais rodoviários federais em julho de 2010, quando ele e um comparsa foram baleados, após furar um bloqueio e disparar 10 tiros contra as equipes na BR-262, em Terenos. Eles tentavam trazer cocaína da Bolívia. O foragido ainda foi condenado por tentativa de homicídio, tráfico de drogas e uso de documentos falsos, em nome de Jairo dos Santos. Cumpria pena na Máxima de Campo Grande, quando "sumiu" durante o expediente de limpeza da unidade. Ele tinha autorização para trabalhar na faxina da escola localizada no interior do presídio, no dia 2 de junho. A suspeita é de que ele tenha se escondido em um dos carros de empresa terceirizada. -