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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Federações partidárias não empolgam ninguém -

REPETINDO: Na abertura de mais uma temporada eleitoral uma observação que deve e precisa ser captada pelos candidatos: quem não vota também opina. Pessoas que não votam por qualquer motivo são vozes do ‘coral da opinião pública’. Seria como os filhos opinando pela marca, tipo e cor do carro que o patriarca da família planeja comprar. Influenciam sim de algum modo. IMAGEM: As últimas eleições mostraram a importância do trabalho de marketing como fator influenciador e até decisivo. Parece que os políticos entenderam e acabaram aderindo aos conceitos procurando ao menos se aproximar do modelo ideal aos olhos do eleitor. Comparando as fotos e as falas dos candidatos de ontem e de hoje percebe-se as mudanças. CONCORRÊNCIA:  Os candidatos a cargos eletivos estarão expostos como  produtos na vitrine. Cada qual com seu atrativo ou potencial para seduzir o eleitor. Vão pesar a biografia, currículo (ou ‘folha corrida’), a imagem e o discurso com suas propostas. Igual o casamento; sabe-se apenas como os noivos saem da igreja. O capítulo seguinte é uma incógnita. O INFERNO DOS POLÍTICOS: 500 chibatadas, duas horas no forno de 200 graus, 3 horas no freezer. Essa a pena dada ao político brasileiro corrupto na sua chegada ao inferno. Assustado, ele pediu para começar a cumprir a pena na semana seguinte, mas foi consolado pelo diabo de plantão: “ Fica na moita, não espalhe. O forno está quebrado e o freezer enguiçado” – E as 500 chibatadas? – perguntou o falecido. – “Ah…O sujeito desse serviço vem aqui de manhã, assina o ponto e cai fora. ” A PIADA do folclore político serve para ironizar a condescendência da justiça do Brasil na relação com os políticos. É crescente a tendência dos julgadores (e leis) em suavizar a pena dos políticos réus. Aliás, o ex-governador Sergio Cabral (MDB-RJ) e o ex-prefeito Gilmar Olarte de Campo Grande integram o grupo diminuto de políticos corruptos ainda presos. DEPUTADOS & AÇÕES: Paulo Corrêa (PSDB): mostrou a melhora na proteção ao meio ambiente e combate aos desastres pelo Governo com aquisição de equipamentos modernos; quer mais medidas de proteção dos rios na Serra da Bodoquena;  José Teixeira (DEM): é seu projeto  ‘Cidade Amiga’ que cuida da inclusão social e proteção das pessoas autistas e seus familiares; pede a criação de delegacias voltadas ao atendimento dos deficientes físicos.  Lucas de Lima (Sol): Em Amambai, recepcionado pelo prefeito Ednaldo Bandeira conheceu a realidade do município; projeto de sua autoria visa incluir o Estatuto dos Idosos nas escolas para conscientização desta classe no contexto social; pede a manutenção de salas de aula no Ensino Médio na Escola Municipal do Jardim Caiobá, nesta capital. Paulo Duarte (MDB): tem proposta para permitir que os clubes escolares fomentem a pratica de esporte mediante alteração da Lei 5.466; motivado pelas  manifestações de apoio recebidas de entidades e lideranças da capital e de várias cidades da região pantaneira. Pedro Kemp (PT): Presidente da Comissão de Educação interviu junto a Fapec sobre o concurso dos professores temporários da Rede Estadual de Ensino, corrigindo injustiças pelos desencontros de informações e critérios que prejudicavam os concursandos. Antonio Vaz (REP); Ativo em “Fevereiro Roxo Laranja” contra Lupus, Alzheimer, Fibromialgia e Leucemia, tem projeto para atendimento emergencial de câncer nas crianças e adolescentes; em Naviraí visitou a ‘Academia Atleta Showww’ que atende mais de 200 crianças em 32 modalidades, além de ajudar o projeto ‘Capoeira em Ação’ com emenda parlamentar. ESQUISITO: Fala-se na participação do ex-senador Delcídio do Amaral (PTB) nestas eleições. Mas ele foi cassado e teve os direitos políticos suspensos pelo Senado em 2016 por quebra de decoro, com a pena de 8 anos vigorando a partir de 2018, quando terminaria seu mandato. Portanto, só o Senado Federal teria competência para rever aquela decisão. -DUVIDOSO: Hoje aos 67 anos de idade Delcídio teria dificuldades para garantir a volta ao cenário político partidário após o fim da pena. Basta fazer as contas. A política é dinâmica, novatos surgem. Mas apesar da punição Delcídio garantiu a aposentadoria inicial de R$11.500,00 – que na nossa realidade do país é boa. Vida que segue. ENTRAVES: É pagar pra ver como as  federações partidárias vão respingar nos Estados, inclusive aqui em nosso quintal. Não será fácil consolidar na pratica os interesses regionais com a decisão nacional de aliança valida nos próximos 4 anos. O eleitor poderá  inclusive entender que há incoerências  afrontando  a tradição do quadro partidário local. PERGUNTA-SE: Como acomodar André Puccinelli, Rose Modesto, Eduardo Riedel e Zeca do PT no mesmo time? Público e notório que os interesses deles são conflitantes, perseguem o mesmo cargo.  E ainda há questões envolvendo outros personagens, entre eles de Luiz H. Mandetta (DEM) Simone Tebet (MDB) Tereza Cristina (DEM). O prefeito Marquinhos Trad (PSD) é o único que ‘corre por fora’. PARLAMENTARES EM AÇÃO:  Evander Vendramini (PP): é sua a proposta da  Coleta Itinerante para doação de sangue; pede o envio de ofício à Cia Votorantim para reformar o prédio da Igreja Santo Antônio localizada na área da empresa em Corumbá; pede o asfaltamento do trecho de 46 kms entre a MS-240 e a MS-080 ligando Corguinho ao distrito do Taboco.  Capitão Contar (PSL):  Sempre atento e sensível aos apelos e a realidade social, pede a extensão da gratuidade da 2ª. via da carteira de identidade beneficiando grupo maior de pessoas carentes. Hoje o custo da 2ª. via é de R$175,12.  Marçal Filho (PSDB): é seu o projeto criando a política de busca de pessoas desaparecidas, encaminhado inicialmente à CCJR; pede ao Governo e ao prefeito Alan Guedes (PR) a reforma do posto de saúde do Jd. Maracanã em Dourados,  bem como dotá-lo de materiais básicos  ao seu funcionamento.  Gerson Claro  (PP): autor de projeto denominando professora Estefana Centurion Gambarra a escola estadual situada em Dois Irmãos do Buriti; como presidente da CCJR tem agilizado a distribuição de projetos  que alimentam as pautas do plenário. - CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS