Motorista de carreta fura preferencial e colide em ônibus; 10 ficam feridos - - CANAL MS

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quarta-feira, 27 de julho de 2022

Motorista de carreta fura preferencial e colide em ônibus; 10 ficam feridos -

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Na manhã desta quarta-feira (27) acidente entre carreta e ônibus de transporte coletivo mobilizou socorristas do Corpo de Bombeiros Militar e Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Pelo menos dez pessoas foram socorridas para unidade de saúde com dores no corpo.

O acidente aconteceu no cruzamento da Rua Onda Verde com a Rua Salmorão, na Vila Cidade Morena, em Campo Grande, por volta das 6h. Conforme apurado pela reportagem, o motorista da carreta, de 38 anos, não respeitou a sinalização de pare e acabou colidindo no ônibus. - "Batida foi tão forte que o ônibus quase virou", disse o motorista, de 34 anos, do transporte coletivo que faz a linha 061. Segundo ele, que não quis se identificar, no momento do acidente haviam 40 passageiros dentro do ônibus. -Já o condutor da carreta tem 38 anos e é motorista há 18, ele contou que estava na Rua Salmorão, faz essa rota e nunca aconteceu nenhum acidente. "Tinha acabado de sair da empresa e ia levar o cimento lá no Tarumã. Tem um ponto cego ali, parei um pouco pra frente pra olhar e aí o ônibus passou e peguei a lateral", contou o homem, que não quis ser identificado. - Depois da colisão, o motorista da carreta acionou o Corpo de Bombeiros Militar e ligou para o patrão. Pelo menos três viaturas dos bombeiros e uma do Samu estiveram no local. Nenhum passageiro do ônibus ficou gravemente ferido, todos estão conscientes e orientados, mas vários reclamam de dores no corpo e estão sendo avaliados pelos socorristas.


Edna da Silva Pereira, pensionista de 45 anos, contou que essa não é a primeira vez que carretas da empresa causam acidente na região. "Tá certo que a sinalização tá ruim, mas eles não param, eles passam a mil, não respeitam a sinalização. O erro é deles. Eles tem que se conscientizar, sabem que é linha de ônibus. Esse não é o primeiro acidente causado por eles. Primeiro é a conscientização deles e segundo reforçar a sinalização. Acho que um quebra-molas também poderia ajudar", disse Edna. -